28 de nov de 2013

Mandou muito bem no cavaco


Esse tem o meu respeito. Nostalgia Total hahaha. 

Muita Tecnologia afasta as pessoas


É meu amigo, pelo visto não cola mais a desculpa de falar que a culpa é dos smartphones...

Documentário mostra como vivem os "Hippies" de hoje no Brasil - Malucos de Estrada

Quando você ouve falar sobre os hippies, sempre vem a cabeça aquela idéia de liberdade, revolução, igualdade, humildade, entre outras coisas. Mas e hoje em dia como anda essa comunidade?
É o que relata o filme “Malucos de estrada: a reconfiguração do movimento hippie no Brasil” que ressalta para a importância desse movimento, para que a sociedade possa viver em harmonia com essas diferentes visões, e também a luta contra a repressão que os artesãos estão sofrendo.
A produção será lançada pela internet e atualmente busca fundos por crowdfunding para que o filme seja realizado.

Para contribuir clique aqui



27 de nov de 2013

Final de semana...

Precisando atualizar as capas de titulo aqui do blog... tava analisando e nao procede mais com a realidade hahaha. Ao menos 18 Kg a menos... 
Mas mudando de assunto, como seria bom se todos os dias fossem como os finais de semana. paradinha pra ir pra praia, jantarzinho a noite, tem coisa melhor? So uma tapioquinha de frango com queijo de cafe da manha hahaha. vem logo fds, que eu nao to aguentando esses dias que nao passam logo.. Ta FODA! 







11 Passos para ser alguém normal


We're the Millers - 2013


Comediazinha pra voce dar uma risadas e passar o tempo. Filminho bem sessao da tarde. Na verdade tenho achado muitas das comedias que eu vejo se encaixando perfeitamente nessa categoria. Talvez o meu gosto por filmes tenha mudado de uns tempos pra ca e realmente as prioridades estejam ficando pra livros e seriados... Mas mesmo assim, recomendo hahaha. =D 

Promoçao de Natal MV STUDIO


Opiniao que compartilho


O Esquenta é o programa mais conservador da televisão brasileira. É uma versão barulhenta e colorida de velhos costumes. Num primeiro olhar, parece uma grande festa na periferia, na qual as gírias, danças e modas de regiões com IDH baixo e criminalidade alta são irradiadas para todo o país pela tevê.
Vemos meninos contorcendo as articulações em performances de passinho, meninas com minissaia e microvocabulário, rapazes negros com cabelos louros e óculos espelhados de cores berrantes rodando o salão felizes e eufóricos. A festa mistura samba, funk, estilo de vida despreocupado e despudorado, concurso de beleza, humor, artistas de novela, enfim, para usar um termo bem periférico, “tudo junto e misturado”.

Essas características, apenas, não me incomodam. Não sou quadrado, respeito e até admiro algumas formas de cultura vindas do gueto e abuso do direito de desligar a TV. O que me irrita, e muito, e faz com que chame o programa de conservador e escravocrata é a cor de pele predominante nessa festa maluca.

Certamente o Esquenta é o programa com o maior percentual de negros da TV aberta. Enquanto as novelas, seriados e telejornais são predominantemente caucasianos, quem manda ali são os negros e pardos.
É esse o ponto. O programa reforça o estereótipo dos negros brasileiros como indivíduos suburbanos, subempregados, mas ainda assim felizes, sempre com um sorriso no rosto, esquecendo-se das mazelas cotidianas por meio da dança, do remelexo, das rimas pobres do funk, do mau gosto de penteados e cortes de cabelo extravagantes.

Sou negro e não sei sambar, não pinto meu cabelo de louro, não uso cordões, não ando gingando nem falo em dialeto. Não sou exceção, felizmente. Sei que há muitos caras e moças como eu. Muitos são poliglotas, outros gostam de música clássica, vários gostam mais de livros do que de pessoas, outros reclamam do calor da Brasil, certamente há os que são introspectivos e de poucas palavras, e há os que nem sentem falta do feijão quando viajam para o exterior.

Embora o Esquenta não tenha a proposta de ser um programa sobre cultura negra, ele ajuda a construir um estereótipo. Por que as novelas não têm galãs negros ou musas negras? Faça a lista dos galãs e das musas televisivas e depois veja quantos são negros. O número será irrisório.

O Esquenta ajuda a manter essa ordem. Em vez de rapazes elegantes, mostra dançarinos com cabelos bizarros. As moças, sempre de shorts minúsculos e prosódias vulgares, nunca serviriam de modelo para capas da Marie Claire ou da Claudia.

Regina Casé e seu programa parecem dizer aos jovens dos guetos: “Ei, isso mesmo, aprendam passinho, aprendam a rebolar até o chão, continuem com seu linguajar próprio, porque tudo isso é lindo, é legal, é Brasil, é tudo junto e misturado, continuem com seus empregos modestos, porque a vida é agora, é para ser vivida, curtida, com alegria, malemolência, sempre com um sorriso no rosto”.

E assim, aquela menina sentada no sofá vai continuar achando o máximo desfilar com pouca roupa e pelos das pernas pintados de loiros pela comunidade. Nunca vai pensar em aprender a falar alemão ou tentar entender os grafites de Banksy, da mesma forma que os rapazes nunca sonharão em trabalhar no Itamaraty e praticarão bullying contra os meninos polidos que não falam em dialeto e inventam de estudar violino, já que um programa televisivo de uma das principais emissoras do país legitima seu estilo de vida mal educado e de poucas perspectivas.

Como um coronel oligarca e cínico, o programa dá uma recado para a garotada negra e parda da periferia: “É isso, dancem, cantem, divirtam-se. Mas não saiam do seu lugar”.

Texto escrito por: Marcos Sacramento do site www.diariodocentrodomundo.com.br

15 de nov de 2013

Conceito de Riqueza


14 de nov de 2013

Remix com a musica tema de Breaking Bad


Caralho, se garantiu muito!! =D 

13 de nov de 2013

Profecia Dark, 2º livro da série iniciada com Grau 26


Puts, Gostei pra caramba do livro Grau 26 e lembro que passei meses ansioso para o lancamento da continuacao da serie de livros, e foi lancado desde dezembro de 2011 esse novo livro... preciso urgente comprar um exemplar e sera a proxima leitura com certeza kkk. Profecia Dark e tambem Revelacoes de Dark. 

Transformando suor em Ouro - Bernardinho



Trecho do livro e comentários  de Joao Pedro Paes Leme

Como centenas de milhares de adolescentes na década de 1980, cresci apaixonado pelo vôlei. A geração de Bernard, Renan, William e Montanaro ensinou a minha geração a gostar tanto daquele esporte que, em poucos anos, ele se transformou no segundo mais popular do país. Quando, depois dos jogos do Campeonato Mundial de 1982 ou das Olimpíadas de 1984, íamos para a rua montar a rede e "repetir" a atuação dos nossos ídolos, não me lembro de alguém que dissesse: "Eu sou o Bernardinho." Quase todos queriam representar o papel dos titulares - nossos heróis - e não do levantador reserva. Bernardinho não tinha vaga na seleção da minha rua.

Poucos poderiam imaginar que ali, no banco de reservas da seleção, atento a tudo, estivesse sendo gerado - no ventre dessas competições e de outras tantas - o maior técnico da história do voleibol brasileiro e um dos maiores símbolos de liderança do Brasil. O obscuro jogador reserva da geração de 1980 tornou-se um craque do esporte no nosso país. Não tem habilidade para realizar os atraentes - e às vezes inúteis - malabarismos individuais, mas é o grande astro do jogo coletivo. Bernardinho é o divisor de águas num país que precisa aprender a importância da cooperação, da solidariedade e do trabalho em equipe. Diga que seus jogadores são baixos e Bernardinho os fará saltar mais alto. Diga que são fracos no bloqueio e ele irá torná-los os melhores do mundo. Diga que a seleção de vôlei do Brasil é deficiente na defesa e ele fará dos seus comandados defensores imbatíveis. A essência dessa transformação é a crença numa equação simples que nada tem de matemática: TRABALHO + TALENTO = SUCESSO. Não por acaso o TRABALHO vem antes do TALENTO. Para Bernardinho - economista formado pela PUC do Rio -, a ordem desses fatores altera o produto. Apoiado no seu próprio exemplo como jogador, ele aposta no esforço e na perseverança, na disciplina e na obstinação. Sempre percebi uma lógica elementar na sua mente: é melhor lapidar até a exaustão o talento médio (e determinado) do que tentar polir o diamante preguiçoso que não deseja polimento. Se Thomas Edison, o mago da lâmpada, deixou para a posteridade a famosa frase "Gênio é 1% de inspiração e 99% de transpiração", Bernardinho - por mais iluminado que seja - não ousaria contestá-lo.

Quando vai a empresas, a grandes corporações ou à Escola Superior de Guerra dar suas palestras, a razão dos aplausos freqüentes é uma só: as lições do Bernardinho se aplicam a qualquer setor da atividade humana. Ele se tornou aos poucos o símbolo da liderança moderna. Democrático, franco, aberto, mas seguro no momento de decidir. A seleção brasileira de vôlei - como exemplo bem-sucedido de gestão de pessoas - deveria servir de referência para qualquer empresa. As possíveis vaidades e os melindres foram substituídos por um enorme senso de solidariedade - uma cumplicidade, no que pode haver de mais positivo na definição desse termo.

Vinte anos depois de ser vice-campeão mundial e olímpico no papel de levantador reserva, Bernardinho, agora como técnico, levou o Brasil ao título nas Olimpíadas e no Campeonato Mundial. Fez de um time sem resultados expressivos nos últimos anos a seleção mais temida no mundo do vôlei. Transformou pessoas - uma especialidade sua. Criou uma geração segura de jogadores determinados, revigorou o ânimo de alguns outros e construiu uma equipe de assistentes a quem entregaria ouro em pó. Foi nesse refinado processo de garimpagem e lapidação que o Brasil viu surgir a preciosa carreira desse líder.

Há muitas frases ditas pelo Bernardinho que merecem ser guardadas para reflexão. Certamente neste livro você irá encontrar várias delas. Algumas simples, outras complexas, mas todas com um conteúdo que resume, em pequenas doses de sabedoria, o segredo de tanto sucesso. A minha preferida é "No fim das contas, são as pessoas que fazem a diferença". Considero essa frase um achado. Afinal, as instituições não funcionam sozinhas, não se gerem por toque de mágica, nem os cargos têm vida própria. Equipes, empresas, corporações ou governos são o resultado do trabalho de um grupo de indivíduos. Nesse processo, é preciso encontrar o que houver de melhor em cada um deles para tornar sólida a instituição; fazê-los entender que o esforço coletivo leva à vitória, mas o talento individual desorientado tende a fracassar. Assim descobrem-se as grandes vocações e aperfeiçoam-se as virtudes. Esse trabalho Bernardinho desempenha como mestre

World War Z - 2013


Quer ver um apolicalipse zumbi que realmente que esta vivo tem que ser foda pra sobreviver? assista esse filme. kkk tem certas cenas que eu fico me perguntando se é pra ser um filme de comedia, apesar de ser uma historia absurda, a gente quer um pouco de enganacao melhor. Quem ja asssistiu ou vai ver, digo que a cena do muro em israel é foda, quase paro de ver o filme naquele momento. maaaas, como eu nao estava fazendo nada de melhor no final de semana que pus o filme pra rodar, achei por bem terminar de ve-lo. Por sua conta e risco de ver. Eu nao gostei.

Jobs - 2013


Vi o filme porque realmente fiquei curioso sobre a famosa transformacao do  Ashton Kutcher em Steve Jobs, mas que o filme na verdade é uma merdinha é. Tinham uma historia foda nas maos e fizeram um filme muitas vezes ate chato de assistir. Da pra assistir mas nao é excelente. 

MARVEL Agents of SHIELD

Enquanto series que eu acompanhava estao acabando, como é o caso de Dexter e Breaking Bad, catando novas promessas achei essa receita que nao tinha como dar errado. assisti os 3 primeiros episodios e gostei bastante. Se passa apos os acontecimentos do filme "os vingadores"e mostra as acoes de alguns agentes da SHIELD (como o proprio nome da serie ja sugere). Saca ai o preview embaixo. Eu to aguardando ja os proximos episodios, jaja acabo de ver os 3 que faltam ate completar os ja lancados. =D 

Londrino cria kit que faz música eletrônica com plantas

            

            

            

            

            

            

       

            

        

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